terça-feira, 30 de junho de 2009

O delírio de Dawkins



Considerado o ícone do ateísmo contemporâneo, Richard Dawkins, autor de Deus,um delírio, tem suas idéias postas à prova pela análise minuciosa e perspicaz de Alister McGrath e sua esposa Joanna McGrath , em O delírio de Dawkins.
Alister, outrora ateu, doutorou-se em biofísica molecular antes de tornar-se teólogo. Admirador da obra de Dawkins, Alister revela sua perplexidade pela guinada irracional de seu colega de Oxford, não tanto pelo ateísmo em si, mas pela absoluta inconsistência de seus argumentos, aliados à intolerância desmedida.
Ao discutir os pressupostos de Dawkins, os autores trazem à tona questões fundamentais dos tempos pós-modernos ? fé, coexistência de religião e ciência, liberdade de crença, o sentido da vida e a busca de significado ? que, a julgar pela repercussão de Deus, um delírio, merecem contundente posicionamento cristão.
“Alister McGrath (Universidade de Oxford) analisa as conclusões do livro Deus, um delírio e desmantela o argumento de que a ciência deve levar ao ateísmo. McGrath demonstra como Richard Dawkins abandonou sua usual racionalidade para abraçar o amargo e dogmático manifesto do ateísmo fundamentalista.”— Francis Collins, Diretor do Projeto Genoma
“Os autores de O delírio de Dawkins atacam o flanco do fundamentalismo ateísta de Dawkins e conseguem afastá-lo do campo de batalha.”— Publishers Weekly

sábado, 27 de junho de 2009

O cérebro distingue Deus de Papai Noel

À exceção de algumas “seitas” mais fanáticas, nem os católicos negam as evidências da Ciência, distinguindo perfeitamente entre a linguagem metafórica e poética do Antigo Testamento e a realidade, nem os cientistas têm a pretensão de provar ou negar a existência de Deus, como se as suas ressonâncias magnéticas e os seus aparelhos tivessem a capacidade de captar e reduzir a uma “chapa” a complexidade do ser humano, do Universo e de para aí além. Mas a verdade é que a fé não consegue deixar de fascinar os investigadores, ou não movessem montanhas. Agora foi a revista New Scientist a publicar um estudo, citado pela Lusa, em que cientistas dinamarqueses concluíram que a oração ativa uma área do cérebro onde se processa o conhecimento social, ou seja, que rezar é como falar com um amigo.

O cérebro de 20 católicos praticantes foi “fotografado” no decorrer de três tarefas: enquanto recitavam o Pai Nosso, enquanto recitavam um poema, e uma terceira em que improvisavam orações pessoais, antes de fazerem pedidos ao Papai Noel.

Curiosamente, o Pai Nosso e o poema ativaram a mesma área cerebral, mais propriamente a que está ligada à enumeração e repetição. Contudo, a oração improvisada pôs em funcionamento os circuitos utilizados quando se comunica com outra pessoa, e que nos concedem a capacidade de lhes imputar motivações e intenções.

Mas a complexidade não fica por aqui: é que a reação foi também diferente quando rezavam [oravam] e quando se dirigiam ao Papai Noel: quando Deus era o interlocutor iluminavam o córtex pré-frontal (o que se acende quando comunicamos com pessoas reais), que se mantinha apagado no caso do Papai Noel, revelando assim considerá-lo uma figura fictícia, equiparada a um objeto ou a um jogo de computador.

A explicação é que “o cérebro não ativa essas áreas por não esperar reciprocidade, nem considerar necessário pensar nas intenções do computador”.

(Destak)

Que me desculpem o roubo...

Em seus escritos e falas, Habermas se porta como se fosse um “ateu metodológico”, isto é, quando ele faz filosofia ou ciência social, nada presume sobre crenças religiosas particulares. Mesmo assim, Habermas afirmou: “Para a autocompreensão da modernidade, o cristianismo tem funcionado mais do que apenas um precursor ou catalisador. A igualdade universalista, da qual surgiram os ideais de liberdade e vida coletiva em solidariedade, a conduta autônoma da vida e da emancipação, a moralidade individual da consciência, os direitos humanos e a democracia, é o legado direto da ética judaica de justiça e da ética cristã do amor. Esse legado, substancialmente não modificado, tem sido o objeto de uma contínua reapropriação e reinterpretação críticas. Até hoje não há alternativa para ela. E à luz dos atuais desafios de uma constelação pós-nacional, devemos tirar sustento agora, como no passado, dessa substância. Tudo o mais é conversa pós-moderna inútil” (Jurgen Habermas, Religion and Rationality: Essays on Reason, God, and Modernity, MIT Press, 2002, p. 149).

É curioso notar a reação de certos ateus quando escrevo textos apologéticos em sites como o Observatório da Imprensa. Esses ateus, para serem coerentes, deveriam abrir mão de tudo de bom que a visão de mundo judaico-cristã trouxe para a humanidade. Quem advoga um aspecto e rejeita o outro, encontra-se numa situação existencial conflituosa e paradoxal: combate a base que sustenta a sua liberdade de não aceitar a Deus e de viver sob a ótica do Livro Sagrado.

A propósito, considerei bastante apropriado o comentário de Marco Dourado, de Curitiba: "Ao aderir ao teísmo, o filósofo Antony Flew deixou claro que não acredita em vida pós-morte e que sua decisão não resultou de experiência metafísica, mas de conclusões derivadas de 50 anos de debate objetivo e imparcial com eminentes ateus e religiosos. Sartre dizia que, teístas ou ateístas, não possuímos crenças; elas nos possuem. O mérito de Flew foi romper esse paradigma. Então por que seus argumentos inatacáveis não tocam a maioria dos ateus? Explico com um paralelo: durante 90 anos o povo judeu vem desconstruindo o nefando pastiche Os Protocolos dos Sábios de Sião. Debalde. Por que aquela infâmia apócrifa continua alimentando o antissemitismo? Porque, na verdade, o antissemitismo é que empresta credibilidade à farsa odiosa. À verdade, celerados sempre preferem o ódio. De igual modo, irreligiosos nunca sequer aceitarão ponderar os argumentos a favor de Deus e da veracidade das Escrituras. Odeiam-nO; que se danem Ele e Seus seguidores! O ateu apaixonado embasa sua sapiência no mito do avestruz. Destrata o oponente com adjetivações juvenis. Fuça a lixeira da História à cata de chavões refugados. Abusa de generalizações injustas. Isso mais parece uma paliçada mental de quem já queimou as caravelas e teme mais que a morte a ideia de estar errado. Mas, creiam-me, irmãos ateus: esperança ainda há. Ainda. Afinal, pra ser ateu basta estar vivo. E pra deixar de ser, também."

texto retirado do blog CRIACIONISMO

sexta-feira, 26 de junho de 2009

- Dois pesos,duas medidas

O MST, identificado por Celso Furtado como o movimento "mais importante do século XX no Brasil" e organicamente ligado a abolição, "o mais importante movimento ligado ao século XIX, continua sendo vítima do mais importante da insensatez da elite brasileira.

A morte de quatro capangas de fazendeiros, armados, em confronto com os sem-terra, em Pernambuco, desencadeou uma reação desproporcional nesta história das lutas no campo.

Dados da Comissão Pastoral da Terra indicam que, de 1985 a 2007, foram assassinados 1,5 mil trabalhadores rurais.

As manchetes dos jornais não protestaram por eles!

texto extraído do mini-curso "a mídia como ela realmente é"

NOTA:Incrível a capacidade de manipulação da mídia, e como ela pode agir absurdamente em favor dos seus(donos), não importando a quem está ofendendo, ou o que está se omitindo.

terça-feira, 23 de junho de 2009

"As flores do mal"




Inspirado em Charles Baudelaire ,Renato Russo compôs essa musica :


As Flores do Mal
Legião Urbana
Composição: Renato Russo


Eu quis você
E me perdi
Você não viu
E eu não senti
Não acredito nem vou julgar
Você sorriu, ficou e quis me provocar

Quis dar uma volta em todo o mundo
Mas não é bem assim que as coisas são
Seu interesse é só traição

E mentir é fácil demais

Mentir é fácil demais

Mentir é fácil demais

Mentir é fácil demaisTua indecência não serve mais

Tão decadente e tanto faz

Quais são as regras? O que ficou?O seu cinismo essa sedução

Volta pro esgoto baby

Vê se alguém lhe quer

O que ficou é esse modelito da estação passad

aExtorsão e drogas demais

Todos já sabem o que você faz

Teu perfume barato, teus truques banais

Você acabou ficando pra trás

Porque mentir é fácil demais
Mentir é fácil demais
Mentir é fácil demais
Mentir é fácil demais

Volta pro esgoto baby
e vê se alguém lhe quer

O maior psicólogo






Jesus pregou relacionamentos e não regras



"Todos saberão que sois meus discípulos se vos amardes uns aos outros" João 13:35





Jesus não pregou uma filosofia de vida e não deixou um conjunto de regras religiosas para serem seguidas.Ele se expressava por meio de analogias, oferecia princípios espirituais e falava sobre o amor como a marca que distinguia aqueles que o seguiam.Ele disse: ""Todos saberão que sois meus discípulos se vos amardes uns aos outros",porque esta era a mais pura explicação da religião que ele pregava.A religião dele era de relacionamentos e não de regras.



Definição do poder pessoal



"Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus" Mateus 22:21



Existem muitos tipos de poder: físico,político ,financeiro,intelectual,espiritual,pessoal;a lista é bem longa.Embora algumas pessoas persigam o poder em todas as suas formas,Jesus só estava interesado no poder verdadeiro,aquele que pedura...[...]Jesus sabia que César estava interessado em um tipo de poder que desapareceria quando ele morresse,e é por isso que disse:"Dai a César o que é de César".Jesus estava interessado no poder que transcede a morte.Para ele,o poder pessoal era o poder alcançado com as outras pessoas e não sobre os outros.Ele achava que era um erro tentar obter poder individualmente.O tipo de poder que ele queria para nós só podia ser sentido se fosse partilhado.



Você não é Deus



" Ao Senhor teu Deus adorarás e somente a ele servirás" Lucas 4:8



Jesus ensinou que as pessoas,no seu desejo de segurança e proteção,precisam ter consciência do amor de Deus.Idolatrar qualquer outra coisa simplesmente não funciona.Precisamos sentir-nos protegidos,mas não podemos obter esse sentimento sem que alguém maior do que nós esteja presente quando precisarmos... [...] Jesis queria que as pessoas depositassem a sua confiança em Deus,porque é exatamente disso que elas precisam para conseguirem a paz interior



O amor por si mesmo



"Ama o teu próximo como a ti mesmo." Mateus 22:39



Jesus deixou muito claro que a sua definição do amor por si mesmo não significava egocentrismo.Para ele,o amor por si mesmo estava intimamente ligado ao amor pelos outros,assim como o ódio por si mesmo conectado ao abuso dos outros.






Mais uma vez,eu sei...


"Porque é preciso acreditar que se pode mudar..."